
(Mauro Iasi)
Certa vez, vi na foto
o guerrilheiro sandinista
pronto para lançar
seu coquetel molov.
Em seu peito balançava um crucifixo
em sua mão a garrafa de pepsi-cola flamejava
como as formas mais reacionárias
podem guardar os conteúdos
mais explosivos.
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