Pra ser muito mais Brasil !!!

"Não basta que nossa causa seja pura e justa. É necessário que a pureza e a justiça existam dentro de nós!" (Che Guevara)

Páginas

Mostrando postagens com marcador Policial. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Policial. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Estudantes exigem meio passe universitário!

Em assembleia organizada pela UEA, com participantes das universidades Candido Mendes e UNILAGOS, além de estudantes das universidades dos municípios vizinhos, que discutiram sobre a necessidade de um benefícios para os estudantes, em relação a locomoção para as universidades. Problema este que afligem os Araruamenses há muitos anos e já impossibilitaram vários estudantes de ingressar ou concluir um curso universitário. Dentro da pauta foi discutida com muito entusiasmo a Indicação e Anteprojeto 254, de Meio passe universitário apresentado pelo Vereador Marcelo Amaral. O projeto garantiria a todos os estudantes o direito de pagar metade da passagem e não oneraria o poder executivo, se for incluída na clausula do contrato de licitação do transporte publico de Araruama. “A Prefeitura tem um projeto de transporte gratuito, mas abrange uma parcela pequena dos estudantes, e a parcela maior não tem este beneficio inclusive alunos da UCAM e UNILAGOS.” 



sábado, 23 de julho de 2011

Apagão em Araruama é coisa comum.



Na ultima segunda-feira (18) tivemos quatro apagões no Bairro Mataruna, o que foi notado também em vários outros bairros de Araruama, o fato é de se estranhar, pois não foi visto nenhuma notificação por parte da Empresa Ampla, que cuida da luz elétrica da cidade. O pior é que os apagões já são comuns, e chegaram ao nível estremo no dia 18. Solicitamos explicações da Empresa Ampla e se possível menos apagões.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Tragédia de Realengo; Apesar da audiência, nenhuma solução.




Após a tragédia que chocou e pôs o Brasil no rol dos países afetados pelas mazelas do imperialismo norte Americano. E os vários dias de intensa cobertura dos principais veículos de comunicação. Não foi tomada nenhuma ação efetiva para impedir que casos como estes se repitam. Foram sugeridos detectores de metais e isolar os alunos do contato de possíveis visitantes. Mas implantar medidas que realmente seria eficaz, como tratar os casos de bullying, reforçar a segurança das escolas e fazer debates com a comunidade, não são nem cogitadas. Até o acompanhamento psicológico que foi prometido pelo Prefeito da Capital aos alunos, não aconteceu. “Como podemos querer um futuro melhor para nossa juventude, se nem na escola ela esta segura!”



Por José Santiago

sábado, 12 de março de 2011

Policiais obrigam uma policial a ficar nua dentro de delegacia.

Uma cena absurda filmada dentro de uma delegacia da polícia civil de São Paulo deixou claro a forma truculenta como age o aparato coercitivo do Estado. O vídeo mostra uma policial ser forçada a retirar a roupa na frente de outros policiais homens para que pudesse ser revistada. A policial supostamente teria aceito R$250,00 de suborno para livrar um bandido. O problema é que, mesmo que a policial tenha aceitado o suborno, nada justifica que homens a obriguem a ficar nua na frente deles.

"Polícia para quem precisa, polícia para quem precisa de polícia..." Titãs.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Violência no RJ - Parte 3


Mercado é oferta e demanda. O noticiário costuma concentrar-se na oferta, no intermediário, no traficante. Onde andará a demanda? Viciar-se, por exemplo, em cocaína, não é um hobby barato. São os extratos sociais médios e altos que sustentam o mercado, procurando, em escala crescente, todos os tipos de droga. O comércio ilegal das AR-15 é abastecido pelas cheiradas e tragadas dos viciados. A pergunta é: por que alguém precisa entorpecer-se para seguir vivendo ? Que sociedade é essa, que substitui o prazer da busca pelo conhecimento, da construção afetiva, da luta política, pelo prazer fugaz de uma “viagem”? Bastarão políticas públicas que inibam o consumo de drogas (pela repressão, por exemplo) ou essa história só se resolve com transformações sociais profundas, que criem caminhos e opções diferentes e estimulantes para os cidadãos? É necessário a volta da instituição “Família”, que foi violentada pela televisão há vários anos, e também a volta da instituição “escola” que foi sucateada, desde a era Brizola. A necessidade de políticas publicas não só contra as drogas como Crack, Cocaína e Maconha, mas também para o Tabaco e o Álcool e revisão dos conceitos de nossa sociedade. “Até quando vamos usar pessoas e adorar coisas? Quando devemos usar coisas e adorar pessoas!”


Por José Santiago

sábado, 11 de dezembro de 2010

Violência no RJ - Parte 2


O tráfico de drogas obedece à disputa por consumidores, eliminação da concorrência, diversificação na oferta, aumento na escala de produção/oferta, acesso a produtos importados. É um braço do modo de produção capitalista. A guerra em curso no Rio começa quando os fornecedores, pequenos varejistas, passam a ter problemas de distribuição. Fortemente armados (um fuzil AR-15 alcança no mercado negro preços que chegam a R$ 50 mil), enfrentam outro poder armado, com quem estão habituados a ter relações incestuosas (corrupção policial não é novidade e facilita o acesso a drogas e armas). Aqui começam as interrogações. É um mercado que arrecada, segundo o economista Sérgio Ferreira Guimarães, do Ibmec-RJ, entre US$ 200 milhões e US$ 370 milhões anuais. Onde fica depositada essa dinheirama? Certamente não no Complexo do Alemão ou outra favela. É um volume de capital que alcança o mercado financeiro e cujos controladores não calçam chinelos de dedo, nem andam por aí de bermudão e sem camisa. Estarão sendo monitorados ou esta ponta da questão é negligenciada? O ex-secretário de Segurança Hélio Luz, lembrando que “à noite de Ipanema brilha” (referindo-se às festas da alta classe média movidas a cocaína), perguntava se nossa sociedade está preparada para aceitar que policiais invadam apartamentos na avenida Vieira Souto com a mesma desenvoltura com que arrombam barracos nas favelas?


Por José Santiago

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Violência no RJ parte 1.


Todos viram, ouviram ou vivenciaram sobre os fatos de violência, tensão e apreensão, que os moradores de comunidades estão acostumados a ver. Que a mídia insistia em valorizar. Enquanto uns diziam “temos quer ir com tudo” e outros falavam sobre “direitos humanos”. Eu sentia um clima confuso, via a comunidade perto de onde morei na adolescência, e onde frequentei ser divulgada em todo mundo. Lembrava dos colegas que cresceram comigo muitos hoje mortos ou presos. E me perguntava onde estão às políticas publicas para juventude? Investimentos em artes, cultura, esportes, educação, que poderiam mudar toda esta realidade. A falta do estado naquelas comunidades tirara a inocência de vários jovens que procuram o “Status”, tão enfatizado pela televisão e o poder de consumo. Por outro lado me perguntava; Onde estão todos os bandidos do complexo e seus armamentos? Não é possível que mais de 4 mil bandidos e armas sumam assim. Será que, o que assistimos não foi uma simples conspiração? Sabemos que não adianta prender ou matar 10, que teremos outros 50 em seus lugares. Temos que exigir políticas publicas para que estes jovens tenham outros caminhos. Temos que tratar o sistema penitenciário, descriminalizar a pobreza, fechar as fronteiras para entrada de armas, capacitar e valorizar nossa policia.


Por José Santiago