Sem muitas pretensões, espero levar aos leitores informações sobre a minha ótica, de forma clara, objetiva e verdadeira. Tendo em vista de que, tudo que é reproduzido sofre processo dialético, ou seja, transformação, agrega valor ou não (Assim acredito). Trata-se de um movimento natural de construção de ideias, do saber adquirido, que deve ser socializado. Acreditando que esta pode ser uma pequena contribuição para construção de uma sociedade mais justa, fraterna e igualitária...
Pra ser muito mais Brasil !!!
Páginas
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020
Por que jovens na política incomodam tanto?
quinta-feira, 16 de janeiro de 2020
Que 2020 seja um ano melhor pra todos nós!
DESEJOS
(Carlos Drummond de Andrade)
quarta-feira, 31 de outubro de 2018
Pontes indestrutiveis, ou destrutiveis?
sábado, 30 de janeiro de 2016
Musica da vida corrompida
Reclamamos tanto dos políticos, mas será que se estivessemos no lugar deles, faríamos diferente? O Brasil precisa de uma Revolução Cultural.
"A mudanças do mundo começa dentro de nós".
(Gandhi)
Ser ou não ser? Eis a questão!
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Feira de livros é uma ótima iniciativa.
Cultura Mundo Mix volta com tudo!
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Meu amigo Tim.
sábado, 30 de julho de 2011
Arraia da UJS. Imperdivel!
terça-feira, 26 de julho de 2011
Birthday Fest lota o centro cultural da UJS.

segunda-feira, 11 de julho de 2011
Comunistas deixam sua marca.
Revolução na televisão!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
UJS Araruama inaugura o "CENPRE Astrogildo Pereira."
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
UJS realiza Seminário Nacional sobre a questão das drogas.
Hoje, 11 de fevereiro, sexta-feira, na cidade de Serra Negra, interior de São Paulo, a União da Juventude Socialista (UJS) realiza seu I Seminário Nacional sobre a questão das drogas.
O debate faz bem para a organização. Em 2010, a União da Juventude Socialista do Rio de Janeiro aprovou em seu congresso estadual a defesa da legalização da maconha. Entretanto, o 15º. Congresso Nacional da UJS não confirmou a resolução que havia sido aprovada no Rio de Janeiro. Encaminhou-se então a realização do seminário que agora será realizado como forma de acumular debate para que a decisão possa ser aprovada com maior consenso no ano que vem, durante o 16º. Congresso Nacional.
O “Seminário sobre drogas” contará com a presença do professor da UFBA, Milton Barbosa (Psicólogo, mestre em saúde coletiva), do delegado da polícia civil do Rio de Janeiro, Orlando Zaccone, e da deputada federal pelo PCdoB-RS, Manuela D´Ávila.
Antes do início do debate entre os três especialistas será exibido o documentário “Cortina de fumaça” com a presença do diretor do filme, Rodrigo Mac Niven. O documentário mostra aspectos pouco conhecidos sobre as drogas através da opinião de personalidades como Fernando Gabeira, Fernando Henrique Cardoso, Nilo Batista, Orlando Zaccone e do meu professor de ciência política da UFF, Thiago Rodrigues.
Organizado pela presidente estadual da UJS-RJ, Monique Lemos, o seminário cumprirá o papel de acúmulo de debate necessário para que a UJS possa finalmente aprovar em seu 16º. Congresso Nacional (2012) a defesa da legalização da maconha.
Assista abaixo o trailler do filme “Cortina de fumaça”:
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Pré-inauguração do Centro Cultural da UJS sacode Araruama.
Sucesso total o Quadro da UJS Araruama na Radio.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Pré-inauguração do Centro Cultural da UJS Araruama
Vai ser uma grande festa; com apresentações de Roberta Xavier, Pura Simpatia, Os Felinos, Ensaio do Bloco Seguraê, Pirofagia com Natanael da Silva e João Luis, Grafite, churrasco e muito mais. O evento serve para apresentar o Centro Cutural, os Instrutores e as oficinas para a comunidade. O mesmo esta presvisto para inaugurar no dia 30 de janeiro de 2011.
As obras ja estão bem adiantadas e o grosso estará pronto para o domingo, faltando apenas pequenos retoques e acabamento, que ficarão prontos até a inauguração. Completa José Santiago - Presidente da UJS Araruama e administrador do Centro Cultural que terá o nome de Astrogildo Pereira em homenagem ao fundador do Partido Comunista do Brasil, e que nasceu em Rio Bonito um municipio próximo a região.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Madri abre seu primeiro clube privado para consumo de maconha

Começou a funcionar há cerca de um mês em Madri, na Espanha, o Private Cannabis Club, o primeiro clube privado de consumo de maconha da cidade. Em poucas semanas, o grupo já reúne mais de 100 sócios com idades entre 18 a 70 anos que recorrem à sede para fumar tranquilamente sua cota mensal.
Para ser sócio é preciso ser maior de idade, passar por uma entrevista e pagar 10 euros por mês (o equivalente a R$ 23) para poder consumir no máximo de 50 gramas de maconha por semana. A maioria das pessoas vai ao clube apenas para se divertir, mas há também aqueles que usam a maconha de forma terapêutica.
Com quase 900 m², o Private Cannabis tem a maior sede de associação deste tipo em toda a Espanha, com muito espaço para o lazer. São salas com sofás, TVs com canais a cabo, vídeogame, pebolim, bilhar, um bar e restaurante com forno para pizza. "Nós queríamos, mais que um lugar só para fumar, um espaço de ócio com um bom restaurante para que as pessoas não precisassem sair da sede para comer depois de fumar", diz o presidente Pedro Álvaro Zamora García. Além de um cardápio comum a qualquer restaurante, no bar são vendidos brownies, biscoitos e sobremesas feitas à base de maconha.
Desde 1974, o consumo privado coletivo a droga é permitido no país, mas o clube compra a maconha semanalmente no mercado negro, mesmo não estando de acordo. O comércio de cannabis configura crime. Por isso, o Private Cannabis revende pelo preço que adquire e usa parte da cota paga pelos sócios para a manutenção do espaço.
Entre os sócios está Carlos Gonzalez. Ele recorre ao clube porque prefere não fumar perto dos filhos pequenos. "Explicarei o que é a maconha quando eles tiverem idade para entender, mas espero poder explicar que é uma droga qualquer como o tabaco ou o álcool", afirma.
Outro dos sócios, o venezuelano Paco Puig, que trabalha no bar da sede, diz que o emprego tem lhe tirado a vontade de consumir a droga. "Fico o dia todo aqui e só com o cheiro já perco a vontade de fumar. Às vezes, fumo quando chego em casa, mas se não sinto falta. Não sou um viciado", diz.
Segundo a Federação de Associações Canábicas (FAC), a Espanha tem mais de 2 milhões de consumidores e a principal luta não é a legalização, mas a normatização do uso da maconha no país. "Queremos ter controle sobre a produção e a qualidade e não aumentar o consumo para ter mais lucro, como é o caso do comércio do tabaco e do álcool. Com as associações que criam os clubes privados a situação está mudando radicalmente porque os consumidores deixam de financiar as máfias, pagam o preço justo e tem mais informação sobre as propriedades do produto que consumem. Além disso, permite que os governos da UE cedam sem mudar as leis já existentes", diz o presidente da FAC, Martín Barriuso.
A lei é a mesma para toda a Espanha, mas há regiões mais tolerantes que outras. Enquanto em Vasca a pena por portar maconha é o confisco da mesma, em Madri há multas em dinheiro que podem chegar a 1,5 mil euros (o equivalente a R$ 3.390).








